quinta-feira, 31 de dezembro de 2015

AO 15, QUE SE VAI...


Os pensamentos só se reciclam, se renovam, acho. 

Eu sempre espero, sempre medito sobre as mesmas coisas. Converso com as pessoas, que me dizem - meio que de forma coletiva - de que 2015 foi um ano ruim, precisa passar logo. Para mim ele não foi, lamento ir contra a multidão; pode ter sido ruim para o país, para a economia, a política. Para o mundo. 

Mas digo, de forma egoísta, que para mim ele foi bom, positivo, com tantas surpresas, tanto enriquecimento pessoal, descobertas, muito trabalho, pequenas e grandes conquistas, encontros e desencontros numa costura por vezes agridoce, uma tapeçaria de cores variadas que fui tecendo sem pressa, sem plano. Chego portanto ao seu final, como tem sido há alguns poucos anos, feliz. Pleno. Em paz. De braços abertos. Pronto. 

Então, ao 16 - ao doce 16 - que vem chegando, eu aceno, com um sorriso no rosto.

Vamos?

Nenhum comentário: