segunda-feira, 30 de dezembro de 2013

PARA VER E OUVIR: MARISA MONTE E ED MOTTA ("AINDA LEMBRO")

domingo, 29 de dezembro de 2013

SE AO MENOS NÃO FOSSE TÃO GRAVE A GRAVIDADE

"Gravity", ficção científica de Alfonso Cuarón e estrelado (muito bem, aliás) por Sandra Bullock e George Clooney é, na falta de adjetivo melhor, um FILMAÇO completa e absolutamente imperdível. Suspense e adrenalina com qualidade primorosa no roteiro e direção. Sem sombra de dúvidas, um dos melhores (senão o melhor) sci-fi dos últimos anos. A prova, inquestionável, de que não são necessários monstros gosmentos e alienígenas invasores para deixarem o espaço assustador. Ele já o é, sozinho. 

Muito.

quinta-feira, 19 de dezembro de 2013

FELIZ NATAL DO GRUPO ZAFFARI



Publicitários geniais fazendo coisas geniais... e fazendo bem ao mundo. Como essa propaganda de final de ano do grupo de supermercados Zaffari.

*baita cisco no olho aqui*

quarta-feira, 18 de dezembro de 2013

PARA VER E OUVIR: JOHN MAYER ("WHO YOU LOVE")

segunda-feira, 16 de dezembro de 2013

PARA VER E OUVIR: MISSA EM DÓ MENOR (KYRIE), DE W.A. MOZART


Mozart compôs esta missa especialmente para o seu casamento com Constanze que, segundo conta a história, solou ela mesma. O título vem do grego "Kyrie Eleison" ("Deus tende piedade de nós"). Entende-se a beleza etérea e absurda desta que, possivelmente, é uma das mais belas músicas já compostas pelo "homem". A verdade é que Deus deve sentir um misto de orgulho e profunda comoção até hoje por tamanha beleza em sua homenagem.

PARA VER E OUVIR: THE CRANBERRIES ("DREAMS")

sexta-feira, 13 de dezembro de 2013

PARA VER E OUVIR: THE CRANBERRIES ("LINGER")

quinta-feira, 12 de dezembro de 2013

PARA VER E OUVIR: CALVIN HARRIS ("SWEET NOTHING FR. FLORENCE WELCH")

QUEM SABE UM DIA...


Eu consigo agregar todas essas qualidades? Far-me-ia bem, sem dúvidas. 
Por enquanto, acredito responder bem por 50% (as duas primeiras).

Mas tá bom.

segunda-feira, 9 de dezembro de 2013

MULHERES

O fascínio do venezuelano Carlos Pereira (19 anos) e a sua linda série de fotografias sobre mulheres. Lindo trabalho. Via Zupi.



PARA VER E OUVIR: BIRDY ("TERRIBLE LOVE")

"DIA DE SÃO CRISPIM"



"Entre nós não há homem tão vil que o dia de hoje não deixe a sua condição mais gentil".

Choro todas as vezes.

domingo, 1 de dezembro de 2013

PRETÉRITO IMPERFEITO

E então chega ele, majestoso, este mês, este soldado incansável, essa indústria de esperança que trabalha à exaustão, e que traz consigo a certeza inquestionável que "no ano que vem será melhor".

E muitas vezes é.

2012 foi trevas e, quando eu consegui nadar até a beirada da praia, com os pulmões já cheios de água e o corpo e alma em tantos pedaços que eu acreditava estar me desfazendo por completo, eis que encontrei Dezembro. E ele me deu a mão, me ajudou a levantar - ou pelo menos tirar o rosto da areia - e me disse "ano que vem será melhor".

E foi.

Porque eu era um gato doméstico, até 2012. Destes preguiçosos, gatos de janela, o dia inteiro a espera de algo para se esfregar, ansioso por carinhos sem fim. 2012 - pelas piores razões possíveis - matou para sempre o gato doméstico em mim; 2012 me converteu - numa alquimia negra - num gato selvagem, destes que erguem as presas para o vento. Apenas mágoa, apenas raiva, apenas vazio. 

Mas lá estava Dezembro, insistindo em que eu acreditasse - minto, clamando para que eu acreditasse. E, contra toda a minha desesperança, eu resolvi lhe dar mais uma chance. E assim foi 2013, desde o primeiro segundo, incansável, inquestionável, beirando o milagre; um ano em que tudo, tudo, absolutamente tudo, foi melhor. Infinitamente melhor. 

E chego a mais esse Dezembro, desta vez sem praia de náufrago; sem olhos inchados, mãos feridas, asas quebradas, sem o espírito tatuado por cicatrizes. Chego até ele orgulhoso, de cabeça erguida, vestindo meu melhor traje, e genuinamente feliz. E lá continua ele, esperando por mim.

"Obrigado meu amigo", então eu o digo. Com um sorriso no rosto. "Obrigado".

2012 me transformou numa ilha. 2013 me fez querer ser arquipélago.

Que 2014, então, me transforme em continente.