
sábado, 31 de maio de 2008
A PEQUENA GUARDA

A DOR DE EXISTIR
MANTENDO ACESA A CHAMA


sábado, 17 de maio de 2008
POR QUE ´CRASH´ É SIMPLESMENTE TÃO BOM

sábado, 10 de maio de 2008
SOB A SOMBRA DE UM COLOSSO


MELANCOLIA, DEVANEIOS E CARTÕES POSTAIS

domingo, 20 de abril de 2008
DOCE MANIFESTO DA TOLERÂNCIA

UM PEQUENO GRANDE LIVRO
Comecei a ler, recentemente, um destes "pequenos grandes livros" que, vez ou outra, parece "cair das nuvens" (trocadilho absolutamente intencional). Trata-se do "Guia do Observador das Nuvens", de Gavin Pretor-Pinney. O autor, defensor do ócio criativo e fundador da Sociedade de Observadores de Nuvens (The Cloud Appreciation Society), apresenta-nos um guia sobre as nuvens (e sua surpreendente quantidade de classificações), num texto deliciosamente escrito, recheado de referências históricas, culturais e religiosas sobre estas que há séculos encantam os céus e povoam o nosso imaginário: as nuvens. É basicamente isso, um livro sobre diminuirmos um pouco o ritimo frenético da vida e olhar para o céu, brincando de imaginar, como tão bem fazíamos quando crianças. É um livro para entendermos a magia da vida, da natureza, sem nenhuma destas chatices de livro de auto-ajuda (aliás este livro passa a quilômetros de distância de ser mais um destes). É um encanto descobrir (e aprender) não apenas sobre o sistema que leva as nuvens ao céu, mas a maneira como elas se relacionam, evoluem, produzem chuva e tempestades, e depois se vão. É um pequenino livro, despretensioso ao extremo, poético e que transborda personalidade. Com a leitura do "Guia do Observador das Nuvens", olhar para o alto nunca mais será um ato banal. Será uma contemplação curiosa, sobre a festa misteriosa que se dá, todos os dias, sobre nós. Com o tempo, acho que vale dizer também: "não saia de casa sem ele". Afinal, como saberemos interpretar o idioma das nuvens nas suas conversas diárias e silenciosas (às vezes nem tanto) sobre nossas cabeças? Pois. Este é um DICIONÁRIO para a linguagem misteriosa das nuvens. E portanto, um livro especial que merece ser. . . apreciado.
LINDA, MÁGICA, TRISTE BAHIA

sexta-feira, 18 de abril de 2008
ALGO QUE PASSA, ALGO QUE FICA

"Mantenha-se simples, bom, puro, sério, livre de afetação, amigo da justiça, temente aos deuses, gentil, apaixonado e vigoroso em todas as suas atitudes. Lute para viver como a filosofia gostaria que vivesse. Reverencie os deuses e ajude os homens. A vida é curta".
Isso de alguma forma resume tudo o que eu sempre busquei na minha vida e que continua a iluminar por ande ando, levando muito de cada um que encontro e deixando parte de mim, também, ao longo do caminho. Mudança é evolução, despedida e saudade. Mas assim são as coisas, no doce e imbatível fatalismo que nos obriga a andar para frente, no vento da maré, da novidade, que nos leva adiante, sem parar. E a estrada é longa, as paradas são muitas. Mas valerá a pena, sempre.
sexta-feira, 11 de abril de 2008
"O MUNDO DE SOFIA"




"Free to go, I know . . . city girl, you´re beautiful. . ."
quinta-feira, 10 de abril de 2008
BENDER E A SALVAÇÃO (?) DO UNIVERSO


quarta-feira, 9 de abril de 2008
MUDANÇA E MEDO

quarta-feira, 2 de abril de 2008
MILIONÁRIO ENTEDIADO
Fiat 500, o "Cinquecento" (até a cor está ótima!)

O New Beetle, edição limitada (conversível), preto com bancos de couro vermelhos


Por último (mas NÃO menos importante), o emblemático Batmóvel dos anos 60. Apesar de não ser um fã de sedans, ora, eu sou milionário e entediado. Não há limites para financiar a minha excentricidade.
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Bom, devaneios à parte, enquanto a garagem e os milhões não vêm, preciso encerrar o post e correr, senão perco o ônibus.
sexta-feira, 28 de março de 2008
MEUS 20 FILMES ESSENCIAIS

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quinta-feira, 27 de março de 2008
AS CINZAS DE CALLAS

segunda-feira, 24 de março de 2008
NUNCA É TARDE DEMAIS

A SECRETA SOCIEDADE DOS SIMPSONS

terça-feira, 18 de março de 2008
FAMÍLIA

sexta-feira, 14 de março de 2008
SOBRE OS CÉUS DA ARCADIA
Se eu tivesse que escolher apenas 1 entre todos os RPGs que tive a oportunidade de jogar até hoje, não pensaria duas vezes em ficar com "Skies of Arcadia Legends" (GC), que é o mesmo jogo lançado originalmente para o Dreamcast só que mais completo, com bônus e extras que ficaram fora do original. É uma fórmula completa: heróis carismáticos, jogabilidade fácil e estratégica, gráficos razoáveis (para a época), trilha sonora impecável, recrutamento, construção de base, aperfeiçoamento de navio de combate, um vasto território repleto de ilhas e descobertas, história envolvente e para coroar tudo isso, batalhas memoráveis entre "navios" que cruzam os céus com o poder das seis luas. São pelo menos 45 horas de entretenimento épico, com aventuras sem fim dos piratas do céu, "Blue Rogues", na busca de impedir que o mal assole mais uma vez o planeta. Há elementos de todos os jogos consagrados, de Zelda a Final Fantasy, com toques de Suikoden. No fim das contas não há nada de inovador por assim dizer, o que não impede este de ser um daqueles jogos especiais e inesquecíveis, que são inegavelmente um produto de amor e dedicação. Merecia uma continuação - e há rumores a respeito. Quem sabe a nova geração - de consoles e jogadores - não têm a sorte de descobrir o que há de tão especial sobre os céus da Arcadia? 
terça-feira, 11 de março de 2008
UM FILME QUE FICA

Dizem que as maiorias e unanimidades são burras. Não tenho certeza disso. Mas se de fato são, então sou um burro feliz, por que eu também irei dizer que "Juno" é uma preciosidade, um sopro de frescor e renovação para o desgastado cinema da atualidade, que parece ter se engessado na "arte" das explosões e invasão de seres de outros planetas. O celebrado filme indepentente de Jason Reitman, com roteiro original de Diablo Cody (a propósito ex-stripper e blogueira), é uma equação funcional e perfeita do universo indie: temática adolescente, diálogos rápidos e inteligentes (quick-witted aos extremos), personagens carismáticos, dilema de pais e filhos, conflitos pessoais e uma trilha sonora absolutamente adequada para encerrar todo o contexto cult. É uma pequena jóia, uma pedra a ser lapidada. Aliás, como a sua protagonista, Juno Mcguff, interpretada brilhantemente por Ellen Page. A heroína-grávida, de 16 anos, é um amaranhado de emoções e reações, que fazem dela a mais frágil e indefesa menina e uma garota metida a mulher que acha ter todas as respostas para tudo (como todo bom adolescente, aliás). No fim das contas, sentimos o desejo inevitável de entrar na tela e tomar conta de seus problemas, auxiliá-la, cuidar dela por que, do contrário ao que pensa, ela não sabe tanto assim das coisas, da vida. Naturalmente. Ela só tem 16 anos. O filme é recheado de momentos maravilhosos, diálogos memoráveis e atuações singulares (todos os coadjuvantes estão perfeitos e funcionais, em especial atenção ao amigo/amor de Juno, Paulie Bleeker, interpretado com doçura pelo talentoso Michael Cera). Não existe em "Juno" nenhum desejo de crítica, não é um filme politizado, tampouco quer promover reações em nós. É uma história, simples, doce, delicada, sobre pessoas que parecem reais, como o cinema deveria ser. Uma história a ser contada, apenas isso. É um lindo filme, com o qual podemos nos identificar e nos enxergar ali, nas situações e conflitos atravessados por esta pequena-grande mulher que, não por acaso, recebeu o nome da mulher de Zeus, da mitologia. Uma heroína incomum, não convencional e solitária na certeza (equivocada) de sua independência e capacidade de resolução. Um diálogo inesquecível resume tudo, quando Juno responde ao seu pai que a questiona por onde ela andava: "estava por aí, resolvendo assuntos que estão além da minha maturidade". "Juno" é, inevitavelmente, um filme que fica.
segunda-feira, 10 de março de 2008
(DES)CONSTRUÇÃO DA PENA

quinta-feira, 6 de março de 2008
"MAKE ME A RED CAPE..."

HÁ UMA GUERRA LÁ FORA

segunda-feira, 3 de março de 2008
NO FIM, O SILÊNCIO

sexta-feira, 29 de fevereiro de 2008
quinta-feira, 28 de fevereiro de 2008
VERMELHO
A primeira vez que te "vi", por que vi sem ver, fui roubado - naquele instante - pelo vermelho dos seus cabelos. E ainda hoje te sinto e te vejo ruiva, pouco importando que cor você decidiu tingir o cabelo mais cheiroso do mundo, que é esse que adorna a sua cabeça como uma coroa. Por que você ainda é a minha ruiva. E sempre será. Minha. E te amarei vermelha, escolha você ser Marilyn ou Callas, ou Frida, pouco importa, haverá sempre algo de vermelho emanando dos seus poros, não importa que tom decida colorir sua caixa de pensamentos. Por que você é vermelha, fato inquestionável, em todos os aspectos da vida, sua, nossa, minha, você é vermelha. E foi por essa cor que me apaixonei e que lhe é inerente, sua de direito. Você merece esta cor, ela a pertence e você a ela. E nunca senti tanta falta deste vermelho em minha vida, como nestes últimos tempos em que você se avermelhou tão longe de mim, nas suas aventuras perdidas-na-tradução deste mês que demorou oito anos para passar. 8, exatamente, que lembra o eterno, e que é um dos nossos números. 5,6,7 e 8. Engraçado, isso. Uma seqüência lógica e racional que corre para o infinito, como o rio para o mar. E o mar é vermelho. E parece se abrir, para que passemos por ele, na nossa caminhada juntos que, como sempre gosto de brincar, é marcada por uma louca habilidade que temos - juntos - de conquistar as coisas, concretas ou subjetivas. Nós empreendemos juntos. E na união das nossas "forças sagitáries" conhecemos campo de batalha e de girassóis. Num mesmo dia. E, por sua causa, até eu me torno vermelho também. Vermelho de amor, de fogo, de briga, de guerra, paixão. Vermelho de Marte, morango e violino. Vermelho de Rosa, que me faz principezinho, para te cuidar e proteger do sol e dos tigres. Então, nestes dias que passaram, em que estive azul como nunca, ou roxo, prefiro dizer, percebi que já não vivo mais sem o vermelho, que é esta cor de movimento e realização, que você sopra em minha vida, como um vento de renovação e descoberta. O vento escarlate que transforma meu barco de papel na caravela de Colombo, assim é você em minha vida. E ando contando os segundos, como criança espera o Natal, para que você se traga de volta, meu sonhado presente, embalada como laço de fita e papel. Vermelhos. terça-feira, 26 de fevereiro de 2008
WE COULD BE HEROES
sexta-feira, 22 de fevereiro de 2008
ANJOS ENTRE NÓS

Os anjos estão por toda parte, entre nós, em sua tarefa diária e dedicada de nos proteger dos perigos, afastar-nos das tragédias, acalentar nossos corações nos momentos de desespero e cuidar de nossos pensamentos para que eles não se tornem sombrios. Eles estão por toda parte, entre nós, e não fazem questão de serem vistos, por que isso não importa. É preciso acreditar na bênção, numa força maior, de fé, esperança e bondade, que está sobre todos nós que é infalível durante grande parte do tempo. Os anjos estão por toda parte, entre nós, e tudo estará bem. Acreditar é possível. Acreditar é preciso.
HITLER EM BUSCA DA TERRA DO NUNCA (?)
Saiu na imprensa internacional (Reuters) uma notícia de que desenhos de Adolf Hitler retratando personagens da Disney (Anões da Branca de Neve e o Pinóquio) foram encontrados e comprados pelo diretor do museu de guerra da Noruega, William Hakvaag. As imagens são supostamente assinadas pelo "führer", com "A.H." e "A. Hitler" e teriam sido feitos durante a II Guerra Mundial (em 1940, provavelmente). É sabido que Hitler possuia uma cópia da "Branca de Neve", que considerava um dos melhores filmes da história. Bom, os desenhos foram comprados em leilão por trezentos dólares, um preço relativamente pequeno para esse suposto tesouro histórico e genuína peça de interesse psicanalítico. Afinal, o que levaria Adolf Hitler, senhor da Europa, chefe máximo do III império alemão e um dos homens mais poderosos do mundo, responsável pela morte de milhões de pessoas, desenhar personagens da Disney em seu tempo livre? O que isso poderia nos dizer sobre a personalidade desta que é uma das mais estudadas e ainda assim mais obscuras personalidades da história? Fica mais essa lacuna no quase infinito labirinto de perguntas sem resposta que é a figura de Adolf Hitler.ALICE MATA O COELHO

quarta-feira, 20 de fevereiro de 2008
MINHA GAROTA URBANA


TODOS POR OBAMA




