E isso é apenas o ensaio... imagino ao vivo, para valer, na Broadway... t_t
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segunda-feira, 7 de março de 2016
WELCOME BACK, MR. PRESIDENT
Vi a 4a temporada de "House of Cards" em dois dias. Foi mais forte que eu; a saudade de Frank e Claire Underwood falou mais alto. Não acho que seja uma temporada tão boa quanto as duas primeiras (magistrais), mas gostei do tom deixado ao final, um prenúncio do que nos espera na quinta (e última) temporada no ano que vem. Frank continua malvado como nunca e Claire é essa aparição na tela, nem sei como explicar essa mulher que não anda, flutua...
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domingo, 14 de fevereiro de 2016
GEORGE LUCAS IN LOVE
E eu só fui descobrir esse vídeo 15 anos depois... :/
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Nerd Pride
sexta-feira, 29 de janeiro de 2016
É EXATAMENTE ISSO...
"Eu amo os gatos porque eu adoro a minha casa.
E, pouco a pouco, eles se tornam a sua alma visível".
Jean Cocteau
quinta-feira, 21 de janeiro de 2016
NOSTALGIA DE UM DIA QUALQUER
Uma manhã qualquer, um passeio aleatório, e eis que eu esbarrei no Serendipity. Um café, um momento, um feliz acidente. Nostalgia de um dia qualquer.
terça-feira, 19 de janeiro de 2016
O QUE ACONTECE EM ELIZABETHTOWN?
Alguns filmes precisam de ar... "Elizabethtown" é um deles.
Trilha sonora especial para este post:
Há mais ou menos 10 anos (!), eu fui ao cinema ver este filme. A minha vida, a minha cabeça, o meu entendimento das coisas era bem diferente do que é hoje. E eu me apaixonei perdidamente por esta linda história, por este filme marcante que hoje, tantos anos depois, ainda paro para pensar quando o vejo aleatoriamente. A verdade é que "Elizabethtown" mexe comigo, digam o que quiserem, e acho que mexerá para sempre.
Esse é um daqueles filmes que poucas pessoas viram; ou as que viram não deram muita bola. Kirsten Dunst e Orlando Bloom interpretam dois completos desconhecidos, o perdido Drew e a misteriosa Claire, que se esbarram num voo qualquer para o Kentucky. Drew está indo enterrar o seu pai, Claire é a sua aeromoça, no avião mais vazio da história. "Obrigada por manter os nossos empregos", ela diz.
Deste encontro sem propósito nasce uma faísca, de um estranho (e talvez assustador) apaixonamento. Drew parece incapaz de estar vivo, neste exato momento de sua vida; Claire (apesar de não admitir abertamente), tem medo de sofrer na sua eterna condição de "pessoa substituta". "Eu sou impossível de esquecer e difícil de ser lembrada".
Drew chega a Elizabethtown para reencontrar uma família que ele nunca entendeu ser sua (a do seu pai), num interior dos Estados Unidos marcado por pessoas barulhentas, amáveis, comida gordurosa e hospitalidade sulista. Mais que isso, Drew chega a Elizabethtown para, na morte, reencontrar seu pai - o que rende uma das cenas mais emocionantes que eu já vi, que é a roadtrip que ele faz em companhia das cinzas do seu pai e ao som de uma trilha sonora criada por Claire. A viagem é pura alma, redenção, despedida. E quando Drew finalmente entende isso, meu coração se parte em mil pedaços junto com o dele.
Até hoje.
É uma comédia romântica; não é o filme mais inteligente nem importante do mundo. E talvez ele não signifique nada para você. Mas significa muito para mim. Não vejo mais este filme com os olhos que eu via, anos atrás, mas isso não faz desta história menos importante para mim. Ainda me entrego na trilha sonora (magistral) escolhida pelo diretor Cameron Crowe; ainda me sinto como se navegasse em câmera lenta por esta cidade enfiada no meio do nada - onde nada parece acontecer - ainda me derreto inteiramente por Claire, com suas fotografias mentais, seu sorriso triste, o encanto e o mistério que se escondem por traz dos seus olhos.
Ainda sinto o nó (menor, é verdade) se enroscando na garganta, enquanto percebo a umidade tímida se desenhando nos cantos dos olhos. Talvez nada aconteça em Elizabethtown; o oposto, admito, do que acontece comigo. Em mim. Através de mim.
E enquanto os créditos sobem, mais uma vez, só resta a saudade; e uma vontade inesperada de descer para a chuva, e dançar com uma mão para o alto. Então subo num palco imaginário, cercado por ninguém. Pego o microfone com uma mão tímida e digo para esse filme, para este lindo filme:
'Eu gosto de você'.
quinta-feira, 31 de dezembro de 2015
AO 15, QUE SE VAI...
Os pensamentos só se reciclam, se renovam, acho.
Eu sempre espero, sempre medito sobre as mesmas coisas. Converso com as pessoas, que me dizem - meio que de forma coletiva - de que 2015 foi um ano ruim, precisa passar logo. Para mim ele não foi, lamento ir contra a multidão; pode ter sido ruim para o país, para a economia, a política. Para o mundo.
Mas digo, de forma egoísta, que para mim ele foi bom, positivo, com tantas surpresas, tanto enriquecimento pessoal, descobertas, muito trabalho, pequenas e grandes conquistas, encontros e desencontros numa costura por vezes agridoce, uma tapeçaria de cores variadas que fui tecendo sem pressa, sem plano. Chego portanto ao seu final, como tem sido há alguns poucos anos, feliz. Pleno. Em paz. De braços abertos. Pronto.
Então, ao 16 - ao doce 16 - que vem chegando, eu aceno, com um sorriso no rosto.
Vamos?
sábado, 19 de dezembro de 2015
PÁSSAROS MIGRATÓRIOS
Dizem por aí que o final do ano é especialmente adequado para se falar em retrospectiva e expectativa. É o momento de pensarmos o que passou, o que está por vir, o que pode ser melhorado. Ou simplesmente não pensar em nada.
Essa, última, é a minha escolha. E, com ela, uma única resolução. Brindar a você, minha amada, minha amante, minha amiga, meu pássaro migratório. Você, que chegou em silêncio, sem chamar atenção. Você que era tudo o que eu sempre procurei sem nem saber o que estava procurando; você que completa o meu lado torto da forma certa; você que trouxe consigo luz, caminho, futuro, certeza.
Te olho enquanto você ainda dorme, preguiçosa, quase nua, leonina. Passo a mão sob os pelos sobre a pele, de coração galopante, entregue, enamorado. A sua silhueta clara, andina, desenhada sob a luz que atravessa as cortinas, meu caminho sem volta, o destino cego do meu desejo, do meu amor, da minha devoção.
Lembro da sua sua mão, pequenina, enroscada na minha enquanto caminhávamos sobre as escadarias; seu cheiro de primavera e nostalgia, cabelo negro selvagem dançando no vento, seu corpo que se tranca ao meu, chaves jogadas pela janela. Seu olhar, seu sorriso, minha capitulação sem volta.
"Ainda somos crianças, brincando sob as cachoreiras...
Feito marido e mulher".
Você que só me leva para frente, para o alto, para longe.
Minha amada, minha amante, minha amiga, meu pássaro migratório.
sexta-feira, 18 de dezembro de 2015
J.J. ABRAMS ME LEVOU PARA CASA
Enfim, depois de tanta espera, consegui ver o "Star Wars - O Despertar da Força". Vi como fã, vi como uma criança que nunca cresceu, vi como um eterno apaixonado desta história galática que, imagino, mexerá para sempre comigo, com a minha vida.
Esperava um filme incrível; encontrei um filme épico, marcante, feito para "mim", o fã. Uma homenagem, um espelho, um retorno ao que fez (e faz) de Star Wars um fenômeno. Imaginei que J.J. Abrams me levaria a mundos novos, inexplorados; e eis que ele simplesmente me levou de volta para casa.
Resisti, bravamente, à emoção que queria tomar conta do meu corpo, garganta, olhos. Até onde fui capaz. Depois disso, chorei o filme inteiro, quase. "Por que você está chorando?".
São tantas coisas, tantos sentimentos, tantas emoções, tanta história, tanta luta - muitas vezes comunicada num olhar - que eu não saberia explicar. Por isso eu choro.
Obra-prima, senhor Abrams, obra-prima. E que venham os outros!
quarta-feira, 16 de dezembro de 2015
FALTA POUCO, FALTA MUITO POUCO...
Há 38 anos, quando eu sequer havia nascido, chegou aos cinemas uma 'novela especial' que mudaria o cinema para sempre. Star Wars é algo além de cultura nerd, além de filme, realmente tem quê de religião. E aqui estou eu, 10 anos depois do último SW, contando os segundos e preparando meu coração nerd para "O Despertar da Força" (The Force Awakens) que, pelos trailers épicos, promete ser uma jornada intensa e emocionante. Estou pronto para o despertar da Força. E, agora, falta pouco. Falta muito pouco...
quarta-feira, 2 de dezembro de 2015
ESTE NÃO É O SEU TÍPICO COMERCIAL DE NATAL...
Este comercial da marca alemã, EDEKA, não é o seu típico especial de Natal e muita gente vai odiar a propaganda. Eu adorei.
Agora preciso ir ali me acabar de chorar embaixo do chuveiro, com licença.
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sexta-feira, 20 de novembro de 2015
RELACIONAMENTOS TÓXICOS: ANALISE, IDENTIFIQUE, FUJA
Existe um clichê que diz: você só entende que vivia um relacionamento ruim quando vive um bom. E, como todos os clichês, há uma verdade imensa nessa reflexão. Porque, infelizmente, a gente se condiciona a aceitar o que não deveria aceitar. E viver o que não deveria viver. Seja por acomodação, por medo da solidão, por um pensamento equivocado de que "eu não mereço coisa melhor".
Acredite no que eu vou te dizer: VOCÊ MERECE, SIM.
A gente fecha os olhos, finge não ver as verdades que doem ali, escancaradas sob os nossos olhos. Criamos mentiras que nós mesmos acreditamos: "mas ela(e) tem essa qualidade e isso não é fácil de achar". Nada, absolutamente nada, justifica o preço de você abrir mão da sua felicidade, liberdade e paz, em troca de uma vida refém de um "amor tóxico".
Traços de um relacionamento tóxico, abusivo, disfuncional:
- A presença constante de mentiras. Seja porque o parceiro(a) está constantemente mentindo ou porque você mesmo precisa mentir para lidar com o relacionamento;
- Um sentimento constante de sufocamento; você sente-se mais feliz quando está longe do seu parceiro(a);
- Agressões físicas, verbais, emocionais, psicológicas;
- Desrespeito à sua liberdade individual, seus gostos, suas escolhas;
- Controle dos seus relacionamentos paralelos (famílias, amigos, eventos de trabalho);
- Falta de consideração com aspectos que você considera importantes na sua vida (trabalho, objetos pessoais, ocasiões);
- Ameaças e manipulação;
- Traição;
- Impaciência com seus erros e exigência que você seja compreensivo(a) com os erros do seu parceiro(a);
E essa lista poderia ir por páginas e páginas... Um relacionamento sério, adulto, saudável, não significa um amor de novela. Existem brigas, sim; conflitos de opinião, de projetos. Gostos diferentes, divergências. Mas nada que não seja "do jogo". Nada que não se resolva.
Amar alguém é embarcar num projeto de vida que deixa de ser seu, exclusivamente, e isso implica em abraçar aspectos novos, adaptar outros, abandonar outros completamente. Porque vale a pena, porque é menor, porque estar com aquela pessoa é o que importa.
Um relacionamento onde existe traição, mentiras, manipulação, ameaças físicas e verbais; agressões; onde você se vê prisioneiro(a) de um "amor tóxico", não pode ser sustentado, nem justificado por absolutamente nada.
A vida é uma só e ela é breve, ela passa. Não aceite que um aspecto tão fundamental da sua vida seja consumido por um relacionamento destrutivo. Você, melhor do que ninguém, sabe; enxerga, percebe que vive algo ruim.
Existe alguém, em algum canto, que vai te mostrar que existe uma felicidade possível, que o amor vale a pena e que você é uma pessoa incrível, especial, pelo que é.
Então, o que te impede de partir?
sábado, 14 de novembro de 2015
TRISTEZA
Meu coração está de volta a Paris.
E em prece por um mundo com menos - um pouco menos, que seja - de ódio. E que esse ato de patifaria não fique impune.
quarta-feira, 9 de setembro de 2015
"I WILL REMEMBER YOU..."
Depois de muito (mas muito!) garimpar, eu enfim consegui todos os episódos (em qualidade questionável, infelizmente) do "The Real World - London", da falecida MTV (e de quando ela prestava).
Eu devia ter uns 17 anos quando vi pela primeira vez e lembro de como fiquei fascinado pelo grupo, a história, o encontro e o desencontro de pessoas tão incomuns e especiais: um piloto, uma cantora, um DJ, um artista underground, um dramaturgo, uma modelo e uma esgrimista, vivendo juntos numa era pre-internet, pre-smartphones, pré-tanta coisa.
É um reality com um sabor especial, nitidamente menos produzido do que são os programas hoje em dia, sem tantas regras, sem confinamento. Basicamente um fragmento na vida destes jovens, em cinco meses que viveram juntos em Londres.
Rapidamente fiz três constatações: a televisão aberta dos anos 90 era muito melhor, a juventude de hoje emburreceu muito mais do que eu suspeitava mas, a melhor delas, é que "The Real World -London" continua muito legal.
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terça-feira, 4 de agosto de 2015
O AMOR NO MUNDO MODERNO
Um curta de 15 minutos, no qual pessoas discutem o que é amar nos dias de hoje. Tudo feito a partir do filme "Ela", de Spike Jonze - que apresentou a alguns amigos antes do lançamento oficial. Imperdível. Faz pensar.
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quarta-feira, 29 de julho de 2015
PARECE MIRAGEM...
Mas não é. Este oásis se chama Huacachina (Peru) e é bem real. O lugar fica encaixado num ambiente inóspito, com um dos climas mais secos do mundo, e abriga 96 moradores (e seus devidos negócios). Eu nunca tinha ouvido falar deste lugar, mas ele já subiu meteoricamente na minha bucket-list...
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quarta-feira, 24 de junho de 2015
terça-feira, 19 de maio de 2015
A LUTA MAIS IMPORTANTE DA FICÇÃO
No ano que vem, após uma espera sem fim, chegará aos cinemas "Batman vs Superman", filme que retratará um dos mais importantes (se não o mais importante) confrontos entre personagens ficcionais de todos os tempos: o Cavaleiro das Trevas contra o Homem de Aço. No universo dos quadrinhos isso já foi explorado, como na série do Frank Miller (que aparentemente inspira muito do enredo) e, 'supostamente' o Batman consegue vencer o Super-Homem.
Eu sou um fã irrecuperável do Batman, acho que ele será para sempre o meu herói favorito e um dos personagens mais importantes e significativos da minha [complexa] alma nerd. E eu acredito que a luta será incrível, intensa, do primeiro ao último segundo. Apesar de 'apenas humano', ele tem uma série de qualidades que fazem dele o Batman, como domínio de artes marciais, inteligência aguçada, uma fortuna que o permite ter todo tipo de tecnologia e equipamentos. Em outras palavras, ele é capaz de olhar o Superman de igual para o igual e encarar o desafio.
Só tem um problema... o Superman, afinal, é o Superman...
Esperar para ver.
Para quem não viu o trailer, ainda ['ugly baby is judging you']:
quarta-feira, 6 de maio de 2015
"PESSOAS QUE TALVEZ VOCÊ CONHEÇA"
Num dia qualquer, ao entrar no Facebook, o estudante Kevin Kantor recebeu algumas sugestões de "pessoas que talvez você conheça"; nada demais, não fosse o fato de que uma das sugestões era o homem que o havia violentado alguns anos antes.
Sua reação? Um poema que o concedeu dois prêmios em 2015. A apresentação é doída, poderosa, e foi impossível não sucumbir às lágrimas ao ouvir um homem dizer "que ninguém corre para salvar um rapaz gritando por socorro".
Kevin faz um exercício, diário; escrever um poema chamado "Amanhã", onde ele lista as pessoas que ele mais ama, fazendo questão de que o primeiro nome na lista, todas as vezes, seja o seu.
Sua reação? Um poema que o concedeu dois prêmios em 2015. A apresentação é doída, poderosa, e foi impossível não sucumbir às lágrimas ao ouvir um homem dizer "que ninguém corre para salvar um rapaz gritando por socorro".
Kevin faz um exercício, diário; escrever um poema chamado "Amanhã", onde ele lista as pessoas que ele mais ama, fazendo questão de que o primeiro nome na lista, todas as vezes, seja o seu.
Sei que é algo difícil, e que a gente se esforça em fugir da feiura da vida. Mas isso precisa ser visto.
quarta-feira, 22 de abril de 2015
"DON'T YOU..."
Nem dá para acreditar que "O Clube dos Cinco" ("The Breakfast Club") está comemorando 30 anos. Revi, curiosamente, esses dias e continua sendo um clássico marcante na minha vida.
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