sexta-feira, 18 de janeiro de 2013

ILUSTRANDO

Arte de sonho de Shintaro Ohata, que mistura aquarelas com esculturas.






SOBRE MENINAS NERD











[perdidamente] Apaixonado por cada uma delas.

SPLIT SCREEN HAPPINESS


quinta-feira, 17 de janeiro de 2013

"NUM PAÍS DE ILUSÃO QUE NUNCA VI"



A nossa casa
(Florbela Espanca)

A nossa casa, Amor, a nossa casa!
Onde está ela, Amor, que não a vejo?
Na minha doida fantasia em brasa
Constrói-a, num instante, o meu desejo!

Onde está ela, Amor, a nossa casa,
O bem que neste mundo mais invejo?
O brando ninho aonde o nosso beijo
Será mais puro e doce que uma asa?

Sonho... que eu e tu, dois pobrezinhos,
Andamos de mãos dadas, nos caminhos
Duma terra de rosas, num jardim,

Num país de ilusão, que nunca vi...
E que eu moro - tão bom! - dentro de ti
E tu, ó meu Amor, dentro de mim.

terça-feira, 15 de janeiro de 2013

A CARTA

A folha de papel estava ali, branca, pedindo para ser tatuada. Implorando por segredos compartilhados, por confissões, despedidas, palavras de amor - ou de ódio. Solitária, nua, ela não exigia absolutamente nada. Qualquer coisa, uma palavra que fosse, já bastaria. Que alguém pusesse algo na superfície do seu corpo, fossem ruas quaisquer sem muita elaboração, ela ficaria agradecida. Queria somente ser coberta, desbravada, desenhada. Parecia pulsar, sobre a mesa, sentindo o magnetismo da caneta ao seu lado, logo ali, a poucos centímetros. Uma atração que reverberava por todos os cantos da mesa. Caneta e papel.

Ele ponderou por um longo tempo se deveria ou não fazer aquilo. Sentava-se, a caneta em punho, respirando fundo. E então levantava. Um cigarro, uma taça de vinho, uma música tocando alto no computador. Cantarolando. E voltava a sentar na cadeira. As pontas dos dedos tocando levemente o papel, tamborilando, palavras começando a se desenhar em sua mente. Então expressões, parágrafos, provocações, como uma sinfonia. Os sons da escrita ganhando corpo em seus pensamentos.

Mas não tinha certeza. Hesitava.

Foi ao banheiro pela centésima vez, hipnotizando-se com o barulho da chuva despencando violentamente sobre a pequenina janela acima do chuveiro. Pá. Pá. Pá. Pá. Pá pá. Pá pá pá. Olhos fechados. Longos suspiros. A água da pia escorrendo gelada pelos seus dedos, evitando ao máximo voltar para a mesa. Molhou o rosto, observou-se por alguns minutos, tocando seu rosto, tocando seu reflexo.

Sim, ele deveria escrever aquela carta. Era hora. Passeava pela sala, fingindo não ver os instrumentos ali, esperando por ele. Papel e caneta. Era hora, ele sabia, era hora.

Escancarou a janela do apartamento, deixando seu rosto ser banhado pelo vento gelado, úmido, que vinha da rua. Aquele cheiro de terra, aquelas janelas fechadas ao seu redor, protegendo-se. Sentia as gotas da chuva, os sons, a cidade se movimentando sob suas pálpebras levemente cerradas.

Sentou-se então, com calma, seus olhos se perdendo no horizonte cinzento da sua janela aberta. E então deixou que sua mão agisse por conta própria. As palavras surgindo, gradualmente, fundando famílias, estabelecendo conexões sobre o papel. Primeiro, segundo, terceiro parágrafos. Uma sequência quase elétrica de reflexões, que jorravam das pontas dos seus dedos, como feitiçaria. Havia muito ali, um mundo a ser contado.

E as letras iam perdendo a timidez, como trepadeiras, conquistando cada canto da folha de papel. Ele estava escrevendo. Enfim, de uma vez por todas. Aquela carta. Não havia mais volta. Estava tudo ali, escancarado. Aquela história sendo narrada em detalhes, tudo revelado; sentia o peso das suas costas evaporando com cada gota de tinta que escorregava das suas unhas. Estava liberto, cada vez mais liberto.

Horas se passaram. Ele parava, relia, optava por palavras mais adequadas, movimentava frases inteiras, trocava parágrafos de lugar. Aquela engenharia de ideias. Estava dizendo exatamente o que queria? Da forma como queria? Tinha a impressão que sim. Continuava a escrever, quase em transe, as letras sendo rabiscadas com velocidade, como num medidor de abalos sísmicos.

Uma torrente de palavras caladas. Sua obra-prima.

O dia já havia dado lugar à noite quando ele enfim pôs o papel sobre a mesa. Os dedos doloridos, quase em carne viva, pela pressão ininterrupta da caneta sobre a sua pele. Leu, releu, voltou a ler mais uma vez. Um novo cigarro, as últimas gotas da garrafa de vinho sendo quase espremidas da garrafa, despencando sobre a taça, gotejando como sangue de um corte recente. Feito homeopatia.

Ela estava pronta. A carta estava pronta. E era perfeita. De ponta a ponta. Da primeira vírgula ao ponto final. E dizia, sim, dizia tudo o que ele queria dizer. Comunicava o caos que envolvia os seus pensamentos. Havia uma construção ali, fundada naquela folha de papel. Aquela centena de palavras escritas com letra miúda, algo de lei, algo de religião, algo de política. Um código. Sua alquimia.

Segurou o papel entre os dedos, sorrindo. Feliz. Orgulhoso. Ele havia se superado.

Caminhou a passos lentos em direção à janela. Sorria, enquanto a chuva voltava a beijar o seu rosto. Segurava a carta como se fosse um discurso, erguendo o papel com as duas mãos, em frente ao seu corpo, feito algo sagrado, cerimonial.

E então rasgou-a em dezenas de pequenos pedaços, soprados pela janela, como pombas microscópicas, voando sem rumo, até se perderem na água da chuva que inundava as paredes do prédio.

Suas palavras virando coisa. E então desaparecendo para sempre.

ILUSTRANDO

Desenho japonês de 1584 retratando Miyamoto Musashi

segunda-feira, 14 de janeiro de 2013

PARA VER E OUVIR: ANGUS & JULIA STONE ("SANTA MONICA DREAM")

ILUSTRANDO

O trabalho icônico de Mr. Frivolous, artista londrino que mistura colagens, fotografias, desenhos e pop art com resultados incríveis.




SANTA MÔNICA

Ele acordou com o som dos seus dedos ao violão. Acordes simples, melodiosos, que combinavam com os seus olhos, abrindo preguiçosamente para aquele novo dia. Não havia sido um sonho. Ou talvez tivesse sido. O fato é que ela estava ali, ainda, olhando pela janela, perdida em seus pensamentos, sussurrando versos quaisquer, sem muita conexão.

"Em algum lugar, em algum lugar no futuro...
Você está lá, em algum lugar."

Ele ficou ali, parado, olhando para ela pelo tempo que pareceu uma eternidade. Seu corpo, a tatuagem pequenina no seu calcanhar esquerdo, curvas bem desenhadas e escondidas sob uma camiseta surrada com a estampa de Liza Minelli. Aqueles cabelos compridos, desgrenhados, escuros feito petróleo; o rosto sardento, os olhos verdes azulados, algo de mar, algo céu, algo de abismo. Ela era linda, feito uma aparição.

De que mundo ela vinha? De que outro mundo?

Havia um santuário naquele quarto bagunçado. Aquele quarto pequeno. As roupas da noite anterior, espalhadas pelo chão, eles ainda tão anônimos. Seu corpo dolorido, o ouvido ainda zumbindo pelo barulho da música há muito esquecida, aquela confusa sensação de fome e embriaguez. Ou seria felicidade em seu estado puro? Ele tinha medo de beliscar o seu corpo e despertar. Mas ela continuava sussurrando à janela, ao seu violão, parando para anotar qualquer coisa num papel.

"Você está lá, em algum lugar..."

Ele lembrava de tê-la carregado, em dado momento; de ter batido o pé no canto da porta e de ter perdido as suas chaves. Ele lembrava de ter rido. De terem rido. Muito. Não sabia exatamente como haviam chegado ali, mas o cheiro dela estava em cada centímetro do seu corpo. Ele já não sabia há quanto tempo estava deitado naquela cama apertada, onde os dois mal couberam horas antes, mas sabia que não queria ir embora dali nunca mais.

O quarto exalava paixão e entrega. Mas exalava também algo rarefeito, passageiro. Como uma coisa provisória. Ela voltaria para casa dias depois, afinal, sem deixar vestígio. Para o seu irmão fuzileiro, seu pai com os seus filmes de caubói e o seu cachorro que, de todos, era quem ela parecia sentir mais falta. Ela voltaria para o seu quintal e os seus amigos. Para beber vinho no mirante. Naquela cidade onde habitavam os seus sonhos. 

Ela olhava, ocasionalmente; um sorriso de canto de boca, um olhar de curiosa intimidade. Covinhas em apenas um lado do rosto. E então voltava à ourivesaria dos seus acordes, olhos fechados, um pé mais afoito, tentando acompanhar o ritmo das mãos ao violão.

"Não quero saber onde você está hoje,
Você está lá, em algum lugar, no final do caminho
Você está lá, em algum lugar..."

Ele continuava ali, deitado, os braços servindo de apoio para o seu rosto, alheio ao fato de estar completamente nu sob o emaranhado de lençois. Contava os sinais do seu corpo, os que conseguia enxergar, os que conseguia lembrar. Fazendo um traçado do dedo do pé à ponta do queixo. Cartografia.

Sentia o gosto de sua boca, o cheiro do seu cabelo, como se estivessem ali há muito tempo. Seu coração palpitava, de empolgação e inconformação. Não entendia a essência destes encontros acidentais e porque tudo tinha que ser sempre tão efêmero. E simplesmente tão bom. Imaginava se ela também sentiria a sua falta.

"Já sinto a sua falta,
Mas você está lá, em algum lugar...
Eu sei que você está"

Ela abandonou o violão e voltou para a cama. Abraçaram-se, entrelaçando novamente os seus corpos cheios de saudade. Ela o beijava com gosto de vinho e cigarro que, naquele momento, era o melhor sabor do mundo. Sua pele estava levemente morna, do contato com a luz na janela, os pêlos dourados erguendo-se ao toque gentil das suas mãos. Ela enchendo-o de beijos, os cabelos dela cobrindo o seu rosto, fazendo-o desaparecer numa selva de árvores negras, densas e onduladas, com cheiro de verão.

Devia ser aquele o cheiro da Califórnia.

Seria para sempre.

* * * 

E então a realidade. Ele sentou na sua estação de trabalho. Uma mão sob o queixo, um longo suspiro, aquela normalidade sufocante. Bons dias educados, café esfriando na mesa, sorrisos amarelos. A monotonia dos ponteiros do relógio narrando a passagem de mais uma hora.

E aquela lembrança... fulminante como um relâmpago. Aquele vestido curto, o par de tênis sem cadarços, um olhar misterioso onde ele se perdeu por completo e o sol brincando de sombras nas pontas dos seus dedos enquanto eles se prometeram voltar a se encontrar novamente.

No final do caminho. Ou em algum lugar qualquer.

sexta-feira, 11 de janeiro de 2013

PARA VER E OUVIR: PETER & EVYNNE HOLLENS ("SEASONS OF LOVE")


Virei fã. Esse cara é o máximo. Imperdível o seu canal no YouTube.

UMA VOZ, UM CORAL


Peter Hollens faz, sozinho, um coral para a canção "Misty Mountains" de "O Hobbit". Simplesmente perfeito.

quinta-feira, 10 de janeiro de 2013

AMOR PLATÔNICO

Frankie, de "Alma de Poeta, Olhos de Sinatra" (Dreams for an insomniac). Gostaria de passar noites em claro ao seu lado, deixá-la ler os meus textos, ouvir as suas críticas afiadas e descobrir o universo de coisas que teríamos em comum para conversar. Livros, poemas, filmes, canções. Somos parecidos, Frankie e eu, na busca cínica e ao mesmo tempo inocente pelo "tal amor verdadeiro". Haverá mesmo uma alma gêmea para cada um de nós, Frankie? Sabe-se lá. Eu perguntaria a ela se eu também tenho "olhos como os de Sinatra" e deixaria ela navegar a minha alma, livremente. Viveríamos juntos em São Francisco. Com os pés na água. Na beirada, na baía. E tenho certeza que seríamos felizes. Porque a vida seria simples, verdadeiramente simples e feliz. Com o essencial. Ou porque, simplesmente, "já existem coisas medíocres demais na vida e o amor não deve ser uma delas".

quarta-feira, 9 de janeiro de 2013

PARA VER E OUVIR: THE RADIO DEPT. ("ALWAYS A RELIEF")


"It feels like our time has gone to waste
Want to feel strong and not like waste
Want to feel the illusion
The confusion"

"POR FAVOR... ACORDE"

Você já chorou um pouquinho hoje? Então vamos lá.

Esta é a história de dois cãezinhos chineses, da cidade de Zhangzhou, na província de Fuquiem. Um vira-lata ficou simplesmente desolado ao ver sua companheira ser atropelada por um carro e tentou, de todas as formas, "fazê-la acordar".

Por quase 6 horas ele ficou do lado dela, lambendo o seu rosto e empurrando-a com a cabeça, tentando de alguma forma despertá-la. Sem sucesso. Pessoas no local disseram que mesmo percebendo que ela não voltaria ele não saiu do seu lado até que ela foi retirada da rua, ficando quase meio dia sem deixá-la sozinha nem por um  minuto.

Moradores do bairro disseram que eles viviam juntos e que eram sempre vistos brincando.



terça-feira, 8 de janeiro de 2013

segunda-feira, 7 de janeiro de 2013

ANIMAIS E A GUERRA






E a vida prova que é linda.

ALGUÉM ME DÁ DE PRESENTE...

...por favor? Deve custar milhões de dinheiros e eu quero muito.

PARA VER E OUVIR: THE SMITHS ("PLEASE, PLEASE, PLEASE [LET ME GET WHAT I WANT]")

NÃO SEI MUITO BEM O QUE PENSAR SOBRE ISSO...


...Mas confesso que me agradou [muito].

domingo, 6 de janeiro de 2013

AMOR PLATÔNICO

Lara Flynn Boyle. Ou talvez seja apenas uma paixão fulminante por Alex, de "Threesome" ("3 formas de amar"). Mas aí é desta minha tendência a gostar das mulheres mais complicadas, mais difíceis, meio "kamikaze", como cunhou brilhantemente Woody Allen. Há uma certa rebeldia em suas sardas, na língua afiada, na alma liberta que deseja experimentar cada segundo da vida - algo que me atrai na mesma proporção que me assusta. Não sei, acho que o tempo tem me deixado mais desconfiado, mais medroso. Já não me atraio tanto pela mulher kamikaze - ou talvez tenha simplesmente me cansado da sedutora destruição. Não, quero algo mais simples. Mas fica assim o amor platônico, de quem admira, deseja, se encanta pelo perigoso mistério de Lara Flynn Boyle - ou Alex? Vai saber. À distância. É mais seguro assim.

PARA VER E OUVIR: CAT POWER ("SEA OF LOVE")

quinta-feira, 3 de janeiro de 2013

COMBINADOS

 
 
 
Um editor do Reddit decidiu mesclar os rostos de todos os atores que já interpretaram James Bond, Batman e Superman em 3 rostos distintos. O resultado é nada menos que ESPETACULAR.
 
James Bond (Connery / Lazenby / Moore / Dalton / Brosnan / Craig):
Batman (West / Keaton / Kilmer / Clooney / Bale):
Superman (Reeve / Cain / Welling / Routh / Cavill):

quarta-feira, 2 de janeiro de 2013

PARA VER E OUVIR: CHRISS ISAAK ("WICKED GAME")

AMOR DE ESPERA


"Tenho um amor de espera,
cheio de sobressaltos incomuns
(condizentes com o motivo da espera)
Um amor que roda a bem-amada,
afaga mesmo quando não sente
ou julga ser só o vento
a arrepiar seus pêlos.
Tenho um amor de espera,
que ronda a minha vida trazendo a poesia
para os momentos de espera...
E mesmo na espera desfrutamos desse amor".

* * *
Os dois se olhavam por um tempo infinito que parecia durar horas - ainda que não tenham passado alguns minutos. Mãos acariciando os rostos, acompanhadas de olhos fechados, de mechas de cabelo retiradas de cima das bochechas. Risos e lágrimas, abraços e um desejo mudo, que eles não conseguiam verbalizar.

Tinham medo.
Tinham medo de serem ousados.
A cidade brilhava naquela janela anônima, a poucos metros de onde eles haviam fundado aquela ilha, aquele pequeno país, aquele reino sem donos, feito de lençois desfeitos e roupas espalhadas pelo chão. Aquele reino de beijos sem fim, de suor e saliva, de corpos se entregando exaustivamente a uma dança de suspiros e promessas que nunca se cumprem.

Aquela saudade absurda.
Ela havia pulado para cima do seu corpo, como uma gata, surpreendendo-o no meio da madrugada. Envolveram-se num emaranhado de mãos, de pernas, de olhos e bocas. Exploraram-se, conheceram-se, apresentaram-se.
Com cortesia, com devoção. Com amor.
Como dois dançarinos.
"Você lembrará de mim?", ela perguntava, de forma doce, aquela voz sussurrada, coisa de sonho. Como se ele pudesse esquecer. "Você lembrará de mim?", ela insistia. Como se ele a tirasse dos pensamentos em algum momento.

"Sim, eu lembrarei de você".
Aninhados, ele e ela. Agarrados sob o calor das cobertas. Olhando-se naquele tempo infinito, enquanto os carros e as pessoas entoavam canções urbanas não longe de onde estavam. Aquelas luzes, aqueles sons, aquela solidão.

"Sim, eu lembrarei de você".
E então chegou a hora de se despedirem. Ela, nua, olhando-o do canto da porta. Aquele sorriso triste, aquelas pontas de dedos que não queriam se desmagnetizar. Olhos brilhantes, lábios úmidos, últimos beijos.
Aquela saudade absurda.
E então uma rua. Um taxi. Um olhar sonolento à paisagem que passava à janela.
Ou seria apenas tristeza?
E então um avião para levá-lo para longe. Uma mão sobre o peito, uma dor, uma falta. Um envelope, uma folha pequenina, um punhado de palavras. Aquela caligrafia, aquele cheiro.
O cheiro dela.

Então um olhar perdido sobre as nuvens, cegos pelas primeiras luzes que se desenhavam no horizonte. Um suspiro. Um sorriso.
Aquele amor de espera.

BUSQUE. SEJA.

SOFIA COPPOLA NO HORIZONTE...

Sim, trata-se do seu novo filme (em produção e com estréia prevista para 2013): "The Bling Ring". Ainda não há muitas informações - como é de esperar de Sofia Coppola, sempre ultrareservada com seu trabalho - mas já se sabe que será um drama baseado em fatos reais sobre um grupo de adolescentes especializados em roubar casas de celebridades de Hollywood. No papel principal Emma Watson. Agora é esperar por mais novidades.


PARA VER E OUVIR: DANIELA ANDRADE ("SOMETHING TO SAY")



"I was thinking about the years
how they move don't ask nobody else
and could we take off just the same
pack our things and clear off all the shelves
 
´cause it's easy to wonder what went wrong
it's easy to wonder what we could've done
but wouldn't you like to finally feel
the break of the chains and slowly taking off?"

PARA VER E OUVIR: PHOENIX ("NAPOLEON SAYS")

"LA LUNA"


O curta mais bonito que a Pixar já fez até hoje. Belo que dói.

terça-feira, 1 de janeiro de 2013

ILUSTRANDO

Henri Matisse - "Madras Rouge"

PARA VER E OUVIR: BROOKE FRASER ("DECIPHERING ME")


Para começar o ano com música.