



"Free to go, I know . . . city girl, you´re beautiful. . ."




"Free to go, I know . . . city girl, you´re beautiful. . ."



Fiat 500, o "Cinquecento" (até a cor está ótima!)

O New Beetle, edição limitada (conversível), preto com bancos de couro vermelhos


Por último (mas NÃO menos importante), o emblemático Batmóvel dos anos 60. Apesar de não ser um fã de sedans, ora, eu sou milionário e entediado. Não há limites para financiar a minha excentricidade.
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Bom, devaneios à parte, enquanto a garagem e os milhões não vêm, preciso encerrar o post e correr, senão perco o ônibus.





Se eu tivesse que escolher apenas 1 entre todos os RPGs que tive a oportunidade de jogar até hoje, não pensaria duas vezes em ficar com "Skies of Arcadia Legends" (GC), que é o mesmo jogo lançado originalmente para o Dreamcast só que mais completo, com bônus e extras que ficaram fora do original. É uma fórmula completa: heróis carismáticos, jogabilidade fácil e estratégica, gráficos razoáveis (para a época), trilha sonora impecável, recrutamento, construção de base, aperfeiçoamento de navio de combate, um vasto território repleto de ilhas e descobertas, história envolvente e para coroar tudo isso, batalhas memoráveis entre "navios" que cruzam os céus com o poder das seis luas. São pelo menos 45 horas de entretenimento épico, com aventuras sem fim dos piratas do céu, "Blue Rogues", na busca de impedir que o mal assole mais uma vez o planeta. Há elementos de todos os jogos consagrados, de Zelda a Final Fantasy, com toques de Suikoden. No fim das contas não há nada de inovador por assim dizer, o que não impede este de ser um daqueles jogos especiais e inesquecíveis, que são inegavelmente um produto de amor e dedicação. Merecia uma continuação - e há rumores a respeito. Quem sabe a nova geração - de consoles e jogadores - não têm a sorte de descobrir o que há de tão especial sobre os céus da Arcadia? 





A primeira vez que te "vi", por que vi sem ver, fui roubado - naquele instante - pelo vermelho dos seus cabelos. E ainda hoje te sinto e te vejo ruiva, pouco importando que cor você decidiu tingir o cabelo mais cheiroso do mundo, que é esse que adorna a sua cabeça como uma coroa. Por que você ainda é a minha ruiva. E sempre será. Minha. E te amarei vermelha, escolha você ser Marilyn ou Callas, ou Frida, pouco importa, haverá sempre algo de vermelho emanando dos seus poros, não importa que tom decida colorir sua caixa de pensamentos. Por que você é vermelha, fato inquestionável, em todos os aspectos da vida, sua, nossa, minha, você é vermelha. E foi por essa cor que me apaixonei e que lhe é inerente, sua de direito. Você merece esta cor, ela a pertence e você a ela. E nunca senti tanta falta deste vermelho em minha vida, como nestes últimos tempos em que você se avermelhou tão longe de mim, nas suas aventuras perdidas-na-tradução deste mês que demorou oito anos para passar. 8, exatamente, que lembra o eterno, e que é um dos nossos números. 5,6,7 e 8. Engraçado, isso. Uma seqüência lógica e racional que corre para o infinito, como o rio para o mar. E o mar é vermelho. E parece se abrir, para que passemos por ele, na nossa caminhada juntos que, como sempre gosto de brincar, é marcada por uma louca habilidade que temos - juntos - de conquistar as coisas, concretas ou subjetivas. Nós empreendemos juntos. E na união das nossas "forças sagitáries" conhecemos campo de batalha e de girassóis. Num mesmo dia. E, por sua causa, até eu me torno vermelho também. Vermelho de amor, de fogo, de briga, de guerra, paixão. Vermelho de Marte, morango e violino. Vermelho de Rosa, que me faz principezinho, para te cuidar e proteger do sol e dos tigres. Então, nestes dias que passaram, em que estive azul como nunca, ou roxo, prefiro dizer, percebi que já não vivo mais sem o vermelho, que é esta cor de movimento e realização, que você sopra em minha vida, como um vento de renovação e descoberta. O vento escarlate que transforma meu barco de papel na caravela de Colombo, assim é você em minha vida. E ando contando os segundos, como criança espera o Natal, para que você se traga de volta, meu sonhado presente, embalada como laço de fita e papel. Vermelhos. 
Os anjos estão por toda parte, entre nós, em sua tarefa diária e dedicada de nos proteger dos perigos, afastar-nos das tragédias, acalentar nossos corações nos momentos de desespero e cuidar de nossos pensamentos para que eles não se tornem sombrios. Eles estão por toda parte, entre nós, e não fazem questão de serem vistos, por que isso não importa. É preciso acreditar na bênção, numa força maior, de fé, esperança e bondade, que está sobre todos nós que é infalível durante grande parte do tempo. Os anjos estão por toda parte, entre nós, e tudo estará bem. Acreditar é possível. Acreditar é preciso.
Saiu na imprensa internacional (Reuters) uma notícia de que desenhos de Adolf Hitler retratando personagens da Disney (Anões da Branca de Neve e o Pinóquio) foram encontrados e comprados pelo diretor do museu de guerra da Noruega, William Hakvaag. As imagens são supostamente assinadas pelo "führer", com "A.H." e "A. Hitler" e teriam sido feitos durante a II Guerra Mundial (em 1940, provavelmente). É sabido que Hitler possuia uma cópia da "Branca de Neve", que considerava um dos melhores filmes da história. Bom, os desenhos foram comprados em leilão por trezentos dólares, um preço relativamente pequeno para esse suposto tesouro histórico e genuína peça de interesse psicanalítico. Afinal, o que levaria Adolf Hitler, senhor da Europa, chefe máximo do III império alemão e um dos homens mais poderosos do mundo, responsável pela morte de milhões de pessoas, desenhar personagens da Disney em seu tempo livre? O que isso poderia nos dizer sobre a personalidade desta que é uma das mais estudadas e ainda assim mais obscuras personalidades da história? Fica mais essa lacuna no quase infinito labirinto de perguntas sem resposta que é a figura de Adolf Hitler.







Está à venda por aí este incrível relógio "geração 8-bit". Uma idéia genial e um presente perfeito para quem viveu o nascimento dos games em fins dos anos 70 e começo dos 80. Nostalgia pura, fazendo referência aos gráficos tortos e os pixels imensos dos jogos que tanto amávamos. Fora o design original e muito cool. Trata-se do "Icon Watch", desenvolvido pela empresa ABS, e custa US$ 82 na Coréia do Sul. Muito, muito legal.

"George W. Bush" e suas decisões estratégicas
"Angelina Jolie" amamenta

Uma sedutora "Camila Parker"

"Príncipe William" flertando com a coroa


Existe um milhão de motivos que me fazem idolatrar tudo a respeito do seriado FUTURAMA. A qualidade da animação, as cores vivas, os efeitos 3D, personagens engraçados, texto inteligente e politicamente incorreto (aos extremos!), tosqueiras e insanidades memoráveis, enfim, é uma das mais inspiradas animações dos últimos tempos e, para mim, supera em anos luz "Os Simpsons" (ambos os desenhos são do mesmo criador, o Matt Groening). É o tipo de desenho que faz a gente repetir sem cansar os diálogos loucos, as vozes dos personagens e dar risada das mesmas coisas, sem cansar. Mas, de tudo que há de bom no desenho, uma coisa se destaca: Bender, o maravilhoso e inigualável robô mal caráter, batedor de carteira, alcóolatra, fumante, viciado em jogos, bebida e prostitutas. O sotaque malandro da dublagem brasileira é infinitamente mais engraçado que a voz original em inglês. Vale à pena conferir os episódios só para rir com as falcatruas do Bender e as aventuras loucas que a equipe do Planeta Expresso passam. Imperdível e fundamental em qualquer coleção. Uma pena que só tenha durado 4 temporadas. A audiência americana, definitivamente, não estava pronta (ainda) para esta louca animação que, de fato, parece ter vindo do ano 3000. O que pouco importa. "Futurama" angariou uma legião de fãs que forçaram o lançamento, além dos (benvindos!) episódios em DVD, a produção de longas-metragem para o cinema. Contra os críticos e aqueles que fizeram cara feia para o desenho (levando a FOX a cancelá-lo) o Bender poderia bem dizer: "Eu não preciso de vocês! Vou criar meu próprio desenho animado futurista com álcool e prostitutas!" 
"odeio quem me rouba a solidão, sem me oferecer verdadeira companhia"(F. Nietzsche)